Hoje acordei, pois, como até aqui tem acontecido, eheheh, mas hoje foi daqueles dias estranhos, começei mal disposto e creio que vou acabar bem.
Dei por mim a pensar no que poderá levar uma pessoa a alterar a sua vida (quase) radicalmente, pois, ultimamente tenho pensado muito nisso mesmo, tanto a nível profissional como pessoal, é lógico que tem influência a minha busca interior e pela vivência de inúmeras experiências que tenho passado, pessoas com quem convivo, locais por onde passo, desconhecidos entre muitas outras situações, bem, isto é básico e é o comum de todos nós mas analiticamente falando, tenho experienciado e sentido diversas alterações no meu Eu e por isso sinto que terei que seguir o meu instinto, de todo porque tomei a consciência que tenho sido "abalroado" por influências desde que me lembro de mim e este é sem dúvida o começo do despertar para a realidade nua e crua (porra, foram precisos 37 anos de vida para chegar a esta conclusão!)!
Hoje tenho pensado entre momentos em branco o que seria de facto uma mudança radical, não será apenas colocar "virgulas" ou "pontos de exclamação" ou outro qualquer "ifen" que me leve a pensar ainda mais, nesta ou naquela consequência, num "se" ou num "mas", será sem duvida com "pontos finais" e virar de páginas, senão mesmo trocar os livros, fazer-lhes um breve resumo e coloca-los na prateleira, quiçá, para "consulta" em momentos oportunos...
Pergunto-me a mim próprio se tenho medo da crítica e rápidamente respondo que agora não, já não importa muito, essa seria para mim a principal razão das influências que eu deixava que me consumissem. Sou eu, quero ser eu e vou ser sempre eu, apesar do meu idealismo não descuro nem vagueio sem rumo, creio que o meu "leme" já tem um guia que sou eu e não um deus ou santidade que nos leva para onde por vezes não queremos e que nos tratam como meros peões, não, e fazendo juz à conversa com um amigo há algum tempo atrás em que ele fazia uma analogia muito lógica "- Num jogo de tabuleiro como o xadrês, o que gostavas de ser? O Rei, a Torre, o Bispo, o Cavalo ou o Peão?", pois bem, a resposta para mim não está ali, bom, até que está mas oculta... eu quero ser o "Kasparov", pois, esse sim, é que sabe o que quer e para onde ir...
Sinto-me bem, sinto-me bem... tudo se resume à auto-estima que me tem faltado e à vontade de fazer aquilo para que nasci que é viver a vida de forma simples... ainda falta muito para recuperar mas o caminho está aí, é só seguir em frente... sinto-me bem hoje, amanhã é outro dia...
Namaste