A agitação tomou conta de tudo, inclusive de todos.
Pede-se caos com urgência, mais distúrbio, inquietação, tristeza na melhor de todas as horas. Talvez assim seja melhor, a rapidez dos acontecimentos é acelerada com a ignição das causas e o ridículo aparece, as consequências são privação ou liberdade.
Pede-se caos com urgência, mais distúrbio, inquietação, tristeza na melhor de todas as horas. Talvez assim seja melhor, a rapidez dos acontecimentos é acelerada com a ignição das causas e o ridículo aparece, as consequências são privação ou liberdade.
Na penumbra aparece o inusitado e mais embriagado "jumento hominídeo descendente" com o cabresto amarrado, não pensa, simplesmente age com instinto, sem julgamento ou acção consistente, simplesmente age. No dia seguinte abre os olhos, cansado, exausto, e tira, surpreso, o cabedal do corpo, questionando-se sobre o que tinha feito nas últimas horas de consciência congelada. Não mora nos registos... há-de sentir.
Num dia de sol berrante, um rasgo de memória passa fugaz mas com lamuria, uma lama agarre-lhe os pés. Já noite fria onde o alcool adormece os neurónios, passa por cima de alguém, pisa-lhe os testículos e fornece-lhe um vernáculo inacabado, tropeçando de seguida numa falha da calçada e esborrachando a face esquerda no piso molhado... lá seguiu, rindo-se e cantando da desgraça do vinho derramado...

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