terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

ODE AOS MEUS AMIGOS



Não é obrigação, é uma canção
não em forma de melão, mas sim com coração
não esqueço como vocês são únicos
poucos, mas são vocês
quando me esbarro, por vezes estão lá
outras, por lá me esperam
para sempre serão únicos
um sorriso vos acompanha
quando penso em vós
tempos antigos não voltam
mas outros superarão
cerveja para cima
tristeza afogada, é o estimulo
unidos, quero ver, comigo
e quando mais nada restar
estamos todos, para que nada falte
é bom sentir que a nostalgia permanece
quando o presente a enaltece
penso em mil e uma coisas
mas o loop é sempre o mesmo
bons tempos... virão
porque não há bela sem senão
e a música é bem vinda
mas sem vós, é pau sem cabinda
do peito vos sinto
família vos tenho
um mar vejo eu
e poucos sois vós
enche-o tanto, que Neptuno se baralha com tantos sóis
de vós, sou parte interior
bons tempos... virão...





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